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domingo, 23 de setembro de 2012

SISTEMA NERVOSO



 APROVEITE OS ESTUDOS.
MUITA DEDICAÇÃO.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Tecidos Dentais


Corte longitudinal de coroa dentária, em uma preparação por desgaste. Aumento (40x)
a: Esmalte; b: Dentina com túbulos dentinários; Seta: Junção Amelo- Dentinária; Cabeça de seta: Lamela; Asterisco: Tufo; Seta Tracejada: Fuso.

Tecidos Dentais


Corte Transversal de raiz, numa preparação por desgaste. Aumento (40x)
a: Cemento; b: Dentina exibindo túbulos dentinários; Seta: Zona granulosa de Tomes; Asterisco: Canal radicular.

Odontogênese


Odontogênese. Coloração H&E. Aumento (100x)
a: Ameloblastos; b: Esmalte; c: Dentina; d: Pré-dentina; e: Odontoblastos; Cabeça de Seta: Junção Amelo-Dentinária; Asterisco: Polpa dentária em

Odontogênese


Odontogênese. Coloração H&E. Aumento (40x)
a: Ameloblastos; b: Esmalte; c: Dentina; d: Pré-dentina; e: Odontoblastos; Cabeça de Seta: Junção Amelo-Dentinária; Asterisco: Polpa dentária em desenvolvimento.

Odontogênese


Odontogênese (Fase de capuz). Coloração H&E. Aumento (400x)
b: Epitélio externo do órgão do esmalte; c: Retículo estrelado; d: Epitélio interno do órgão do esmalte; e: Papila dentária condensada; f: Folículo dentário; Seta: Alça cervical.

Odontogênese


Odontogênese (Fase de capuz). Coloração H&E. Aumento (100x)
a: Lâmina dentária; b: Epitélio externo do órgão do esmalte; c: Retículo estrelado; d: Epitélio interno do órgão do esmalte; e: Papila dentária condensada; f: Folículo dentário; Seta: Alça cervical; Asterisco: Epitélio oral.

Fotomicrografia de tecido ósseo.

Fotomicrografia de tecido ósseo. Preparação por desgaste. Aumento de 400x.
Seta tracejda: Canal de Havers. Seta espessa: Canal de Volkmann. Setas delgadas: Canalículos. Cabeças de seta: Lacunas.

Fotomicrografia de tecido ósseo. Preparação por desgaste.

Fotomicrografia de tecido ósseo. Preparação por desgaste. Aumento de 400x.
Círculo tracejado: Sistema de Havers. Seta: Canal de Havers. Cabeças de seta: Lacunas.

tecido ósseo

Fotomicrografia de tecido ósseo. Preparação por desgaste. Aumento de 100x.
Círculo tracejado: Sistema de Havers. Setas espessas: Canal de Havers. Setas delgadas: Lacunas. Cabeças de seta: Canal de Volkmann.

tecido ósseo

Fotomicrografia de tecido ósseo. Preparação por desgaste. Aumento de 100x.
Círculo tracejado: Sistema de Havers. Setas: Canal de Havers. Cabeça de seta: Canal de Volkmann. a: Sistema circunferencial interno.

Tecido Muscular


Tecido muscular estriado esquelético corte transversal e longitudinal. Coloração H&E. Aumento 400x.
a: Tecido muscular estriado esquelético corte transversal; b: Tecido muscular estriado esquelético corte longitudinal; Seta: Núcleo da célula em posição periférica.

Intestino Delgado


Tecido muscular liso, (intestino delgado - jejuno). Coloração H&E. Aumento 100x.
a: Tecido muscular liso corte longitudinal; b: Tecido muscular liso corte transversal.

Tecido Conjuntivo


Fragmento de Pele Delgada. Coloração H&E. Aumento(40x)
a: Tecido Conjuntivo Frouxo; b: Tecido Conjuntivo denso.

Lâminas (tecido epitelial)

Vaso Sanguíneo

Epitélio pavimentoso simples. Coloração H&E. Aumento 400x.
 

Pele

MICROVILOSIDADES

As microvilosidades ou microvilos são projeções citoplasmáticas da superfície celular envoltas por membrana cujo interior é formado de 25 a 30 filamentos de actina. Apresentam variações em sua aparência, de modo que, em algumas células, as microvilosidades são projeções curtas, irregulares e bolhosas, em outros tipos celulares, são projeções altas, uniformes e muito próximas, as quais aumentam muito a área da superfície livre celular. O número e o formato das microvilosidades de um determinado tipo celular apresentam relação estreita com sua função.
No tocante à organização morfológica, as microvilosidades do epitélio intestinal são mais ordenadas e uniformes na aparência que aquelas que constituem a borda em escova das células renais. Apresentam um núcleo de filamentos de actina ancorados na vilina, localizada no ápice da microvilosidade, e que se estendem para baixo e para dentro do citoplasma apical. Há uma interação com uma rede horizontal de filamentos de actina, a trama terminal, que se localiza abaixo da base das microvilosidades, estabilizada através da espectrina, que também fixa a trama terminal à membrana celular apical. A trama terminal apresenta capacidade contrátil e esta é devida à presença da miosina II e da tropomiosina.
COSTA, A.N.F.

JUNÇÕES COMUNICANTES

As junções comunicantes tratam-se de um tipo de especialização do domínio basolateral da membrana plasmática que proporciona a comunicação entre células vizinhas através de canais hidrofílicos. Estão presentes nos mais variados tipos celulares, excetuando-se as fibras musculares estriadas esqueléticas e as células sanguíneas. Essa junção intercelular, a qual pode ser também denominada de junção tipo gap, constitui-se por um agrupamento de número variável de canais protéicos hidrofílicos, os conexons.

HEMIDESMOSSOMOS

Juntamente com os Desmossomos e as Junções de Ancoragem, os Hemidesmossomos conferem resistência aos tecidos expostos à tensão e ao atrito, promovendo a fixação da célula à matriz extracelular. Localizam-se no Domínio Basal das células, o que justifica sua íntima relação com a Lâmina Basal subjacente. Estão presentes principalmente na córnea, pele, cavidade oral, esôfago e vagina, proporcionando estabilidade desses tecidos através da ligação dos Filamentos Intermediários do citoesqueleto aos componentes da Lâmina Basal. O Hemidesmossomo é constituído por uma placa de ligação intracelular (ou disco citoplasmático interno), na qual se ancoram os Filamentos Intermediários, e por outra porção constituída por proteínas transmembranas, que se ligam aos elementos da lâmina basal.


Na placa de ligação intracelular destacam-se as proteínas BP230, responsável por ligar os filamentos intermediários à placa de ligação, e a proteína Erbina, que medeia a associação da BP230 com as Integrinas.

As proteínas transmebranas encontradas nos Hemidesmossomos são: Integrina α6β4, cujo domínio extracelular penetra a lâmina basal e interage com suas proteínas, incluindo laminina-5; Colágeno do tipo XVII, que regula a expressão da laminina-5; e a CD151, glicoproteína que facilitam as interações entre a célula e a matriz extracelular.

ABREU, E.P.F.


Referências:
ALBERTS, B. et al. Fundamentos da biologia celular: uma introdução à biologia molecular da célula, 2ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
KIERSZENBAUM, A.L. Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia, 2ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
ROSS, M. H. et al. Histologia: texto e atlas, 5ª Ed : Guanabara Koogan, 2008

ESTEREOCÍLIOS


Os estereocílios são projeções citoplasmáticas da superfície celular, no entanto não são dotados de movimentos, daí se assemelharem mais com as microvilosidades do que com os cílios. Diferentemente das microvilosidades, são projeções maiores e ramificadas. Internamente, são constituídos por filamentos de actina cuja fixação basal dá-se com a miosina VIIa.
Os estereocílios, assim como as microvilosidades, estão presentes em células do epidídimo para aumentar a superfície de absorção. Entretanto, em vez de absorverem nutrientes, eles absorvem os restos citoplasmáticos dos espermatozóides provenientes do processo de morfodiferenciação das espermátides em espermatozóides. Tais estruturas também estão presentes nas células sensoriais (pilosas) da orelha.
Do mesmo modo que a microvilosidades, os estereocílios são suportados pelos feixes de filamentos de actina internos, que exibem ligação cruzada pela fimbrina. Diferentemente das microvilosidades, uma molécula associada à membrana plasmática, a erzina, fixa os filamentos de actina à membrana plasmática dos estereocílios.
A porção truncal do estereocílio e a protrusão celular apical contêm a molécula formadora de ponte cruzada α-actina. No epitélio sensorial, os estereocílios apresentam diâmetro uniforme e apresentam uma estrutura interna semelhante àquela dos estereocílios do ducto genital, no entanto elas não apresentam erzina e α-actina.

COSTA, A.N.F.

CÍLIOS E FLAGELOS

CÍLIOS E FLAGELOS
Cílios
Os cílios são estruturas curtas, finas e piliformes semelhantes a pêlos. São encontrados na maioria dos epitélios ciliados e sua adesão a esse tecido se dá pelos Corpúsculos Basais que fixam firmemente os cílios ao epitélio.


A formação dessas estruturas é realizada por uma constituição de nove pares de microtúbulos ao redor de dois microtubúlos centrais, essa constituição pode ser observada em microscopia eletrônica em corte longitudinal. Já em corte transversal, percebe-se que cada dupla possui um par de braços que contém a dineina ciliar associada ao microtúbulo, sendo este arranjo importante para conferir movimento ao cílio.


Estas estruturas citoplasmáticas podem ser encontradas revestindo diversos órgãos e possuem um movimento sincronizado proporcionado pelas estruturas constituintes. No trato respiratório estão associadas a células que secretam muco, quando a poeira se deposita no trato respiratório superior são captadas pelo muco e levadas para cavidade bucal, onde será deglutida e eliminada pelo organismo. Nas tubas uterinas auxiliam no transporte do ovócito II. Alterações na formação dos cílios estão relacionadas com uma diversidade de doenças hereditárias, como a Discinesia Ciliar Primária (Síndrome de Kartagener).


Flagelos
Os Flagelos são estruturas semelhantes aos Cílios, porém são únicos e mais longos. Constituídos por Dineínas e nove pares de Microtúbulos que ficam envolta de dois pares centrais. Tem seus movimentos produzidos por um arqueamento central chamado de Axonema e proteínas que são constituídas de Tubulina. Os movimentos dos Flagelos são oriundos de contrações, nas quais ocorre o deslizamento dos pares de Microtúbulos entre si. A força resultante destes movimentos origina-se da interação dos braços de Dineína com os Microtúbulos dos pares vizinhos.

No corpo humano, encontram-se essas estruturas nos espermatozóides. Podem ser encontrados também imersos na parede celular e na membrana plasmática das células bacterianas, sendo responsáveis pelo seu movimento. A má formação desses flagelos ou mesmo a ausência é um dos fatores da esterilidade dos homens.

FONSÊCA, Y.C.A.

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