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domingo, 20 de novembro de 2016

CARCINOMA EPIDERMÓIDE (ESPINOCELULAR)

Generalidades
Neoplasia maligna que ocorrem na mucosa de origem epitelial.
Denominada de Carcinoma epidermóide, espinocelular ou de células enganosas.
Lesão muito comum do câncer bucal.
É importante que o cirurgião dentista seja capaz de detectar esse câncer precocemente e encaminhar imediatamente ao oncologista, de preferência especialistas de cabeça e pescoço para tratamentos específicos, pois o câncer  tem cura quando tratado precocemente.
O cirurgião dentista pode participar da equipe multiprofissional que irá tratar o paciente.
Preparar o paciente para o tratamento convencional do câncer bucal que é cirurgia, radioterapia e quimioterapia, mantendo a higidez dos dentes e da mucosa, cooperando também no intra e no pós-operatório, reabilitando o paciente com a confecção de próteses bucomaxilofaciais e tratando os demais efeitos secundários. Por exemplo radiodermites, mucosites, xerostomia, cárie de irradiação, osteorradionecrose.

FATORES DE RISCO
Os fatores de risco podem ser adquiridos ou genéricos.
Os principais fatores de risco para o câncer bucal são:
*Tabagismo (No fumo existem substâncias cancerígenas, com destaque especial ao alcatrão, benzopirenos, aminas aromáticas, nornitrosaminas, substâncias químicas utilizadas em seu cultivo, principalmente pesticidas. Exposição contínua ao calor do cigarro, potencializa a agressão. Importante salientar, depois de 10 anos sem fumar o risco passa a ser o mesmo de um não fumante.

*Alcolismo: mecanismos ainda não vem estabelecido, mas há algumas hipóteses: Aumenta a permeabilidade celular da mucosa, aos agentes cancerígenos di fumo, devido seu efeito solúvel. Injúria produzida pelos metabolitos do etanol, os chamados aldeidos, etc.
*Dieta: Deficiencias podem ocasionar alterações epiteliais, ficando a mucosa epitelial mais vulnerável aos agentes carcinogênicos.
*Agentes Biológicos: Papiloma vírus humano (HPV). Verruga vulgar, condiloma aculminado etc.
*Radiações: variando de acordo com a intensidade, tempo e exposição e quantidade de pigmentação do tecido.
* Irritações Mecânica Crônica: Não acreditamos que o trauma possa desenvolver câncer na mucosa bucal. (Marcucci, um Rapoport, 1997)
* Fatores ocupacionais.
Aspectos clínicos: O carcinoma epidermóide na sua grande maioria, pode ser descrito como uma lesão ulcerada, bordas elevadas, nítidas e endurecidas(cartonadas) com centro necrosado e base endurecida devido a infiltração dos tecidos adjacentes, geralmente assintomática no seu início e de rápido crescimento. Podendo haver variações.
Aspectos radiográficos mais comuns são:
☆ Bordas mal definidas - "roído de traça".
☆ Destruição das Corticais ósseas.
☆ Ausência de osteoesclerose nas bordas da lesão.
☆ Destruição do isso alveolar.
☆ Ausência de reabsorção radicular.
☆ Deslocamento dental - mobilidade - esfoliação espontânea.
☆ Velamento unilateral do seio maxilar.

DIAGNÓSTICO
Podemos diagnosticar o carcinoma através de exames complementares.
# Citologia esfoliativa
# Biópsia incisional - histopatologia- teste de azul de toluidina.
Exames imaginologicos e outros.

Prognóstico: Depende de diversos fatores
Idade do paciente
Condições sistêmicas
Localização da lesão
Estágio do tumor TBM.
Grau de diferenciação celular (Briders)
Condições socioeconômicas.
O câncer bucal tem cura desde que diagnosticado e tratado precocemente.


Referência: Oswaldo Crivello Junior. Fundamentos de odontologia, Estomatogia. Guanabara Koogan. 2005

CARCINOMA EPIDERMÓIDE (ESPINOCELULAR)

Generalidades
Neoplasia maligna que ocorrem na mucosa de origem epitelial.
Denominada de Carcinoma epidermóide, espinocelular ou de células enganosas.
Lesão muito comum do câncer bucal.
É importante que o cirurgião dentista seja capaz de detectar esse câncer precocemente e encaminhar imediatamente ao oncologista, de preferência especialistas de cabeça e pescoço para tratamentos específicos, pois o câncer  tem cura quando tratado precocemente.
O cirurgião dentista pode participar da equipe multiprofissional que irá tratar o paciente.
Preparar o paciente para o tratamento convencional do câncer bucal que é cirurgia, radioterapia e quimioterapia, mantendo a higidez dos dentes e da mucosa, cooperando também no intra e no pós-operatório, reabilitando o paciente com a confecção de próteses bucomaxilofaciais e tratando os demais efeitos secundários. Por exemplo radiodermites, mucosites, xerostomia, cárie de irradiação, osteorradionecrose.

FATORES DE RISCO
Os fatores de risco podem ser adquiridos ou genéricos.
Os principais fatores de risco para o câncer bucal são:
*Tabagismo (No fumo existem substâncias cancerígenas, com destaque especial ao alcatrão, benzopirenos, aminas aromáticas, nornitrosaminas, substâncias químicas utilizadas em seu cultivo, principalmente pesticidas. Exposição contínua ao calor do cigarro, potencializa a agressão. Importante salientar, depois de 10 anos sem fumar o risco passa a ser o mesmo de um não fumante.

*Alcolismo: mecanismos ainda não vem estabelecido, mas há algumas hipóteses: Aumenta a permeabilidade celular da mucosa, aos agentes cancerígenos di fumo, devido seu efeito solúvel. Injúria produzida pelos metabolitos do etanol, os chamados aldeidos, etc.
*Dieta: Deficiencias podem ocasionar alterações epiteliais, ficando a mucosa epitelial mais vulnerável aos agentes carcinogênicos.
*Agentes Biológicos: Papiloma vírus humano (HPV). Verruga vulgar, condiloma aculminado etc.
*Radiações: variando de acordo com a intensidade, tempo e exposição e quantidade de pigmentação do tecido.
* Irritações Mecânica Crônica: Não acreditamos que o trauma possa desenvolver câncer na mucosa bucal. (Marcucci, um Rapoport, 1997)
* Fatores ocupacionais.
Aspectos clínicos: O carcinoma epidermóide na sua grande maioria, pode ser descrito como uma lesão ulcerada, bordas elevadas, nítidas e endurecidas(cartonadas) com centro necrosado e base endurecida devido a infiltração dos tecidos adjacentes, geralmente assintomática no seu início e de rápido crescimento. Podendo haver variações.
Aspectos radiográficos mais comuns são:
☆ Bordas mal definidas - "roído de traça".
☆ Destruição das Corticais ósseas.
☆ Ausência de osteoesclerose nas bordas da lesão.
☆ Destruição do isso alveolar.
☆ Ausência de reabsorção radicular.
☆ Deslocamento dental - mobilidade - esfoliação espontânea.
☆ Velamento unilateral do seio maxilar.

DIAGNÓSTICO
Podemos diagnosticar o carcinoma através de exames complementares.
# Citologia esfoliativa
# Biópsia incisional - histopatologia- teste de azul de toluidina.
Exames imaginologicos e outros.

Prognóstico: Depende de diversos fatores
Idade do paciente
Condições sistêmicas
Localização da lesão
Estágio do tumor TBM.
Grau de diferenciação celular (Briders)
Condições socioeconômicas.
O câncer bucal tem cura desde que diagnosticado e tratado precocemente.


Referência: Oswaldo Crivello Junior. Fundamentos de odontologia, Estomatogia. Guanabara Koogan. 2005

domingo, 6 de abril de 2014

Câncer bucal

Introdução: A matéria abaixo, colhida do site da Colgate, tem por objetivo orientar os profissionais dentistas, e as pessoas em geral, sobre a importância de reconhecer lesões que surgem na boca e procurar imediatamente um profissional habilitado para lhe dar as devidas orientações. Previna-se!!
O câncer de “boca” é um tipo de câncer que geralmente ocorre nos lábios (mais freqüentemente no lábio inferior), dentro da boca, na parte posterior da garganta, nas amígdalas ou nas glândulas salivares. É mais freqüente em homens do que em mulheres e atinge principalmente pessoas com mais de 40 anos de idade. O fumo, combinado com o excesso de bebida alcóolica, é um dos principais fatores de risco.
Se não for detectado de maneira precoce, o câncer bucal pode exigir tratamentos que vão da cirurgia (para a sua remoção) à radioterapia ou quimioterapia. Este câncer pode ser fatal, com uma taxa de sobrevivência de cinco anos de 50%*. Uma das razões pelas quais este prognóstico é tão negativo é o fato de que os primeiros sintomas não serem reconhecidos logo. O diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento.
Quais os sintomas deste tipo de câncer?
Nem sempre é possível visualizar os primeiros sinais que indicam a existência do câncer bucal, o que aumenta a importância das consultas regulares com o dentista ou o médico. Seu dentista foi preparado para detectar os primeiros sinais do câncer bucal. Contudo, além das consultas regulares, é preciso que você fale com seu dentista se perceber qualquer dos sinais abaixo:
  • Ferida nos lábios, gengiva ou no interior da boca, que sangra facilmente e não parece melhorar;
  • Um caroço ou inchaço na bochecha que você sente ao passar a língua;
  • Perda de sensibilidade ou sensação de dormência em qualquer parte da boca;
  • Manchas brancas ou vermelhas na gengiva, língua ou qualquer outra parte da boca;
  • Dificuldade para mastigar ou para engolir;
  • Dor sem razão aparente ou sensação de ter algo preso na garganta;
  • Inchaço que impede a adaptação correta da dentadura;
  • Mudança na voz.
Como evitar o câncer bucal?
Se você não fuma nem masca tabaco, não comece a fazê-lo. O uso do tabaco é responsável por 80 a 90% das causas de câncer bucal.**
Fumo – A ligação entre o fumo, o câncer pulmonar e as doenças cardíacas já foi estabelecida (1). O fumo também afeta sua saúde geral, tornando mais difícil o combate a infecções e a reparação de ferimentos ou de cirurgias. Em adultos jovens, este hábito pode retardar o crescimento e dificultar o desenvolvimento. Muitos fumantes afirmam não sentir mais o odor ou sabor tão bem como antes. O fumo também pode causar mau hálito e manchar os dentes.
Sua saúde bucal está em perigo cada vez que você acende um cigarro, um charuto ou um cachimbo. Com esta atitude, suas chances de desenvolver câncer na laringe, na boca, na garganta e no esôfago aumentam. Como muitas pessoas não notam ou simplesmente ignoram os sintomas iniciais, o câncer bucal muitas vezes se espalha antes de ser detectado.
Mascar tabaco – O hábito de mascar tabaco eleva em 50 vezes a possibilidade de se desenvolver o câncer bucal.
O melhor a se fazer é não fumar nem usar quaisquer outros produtos derivados do tabaco. Quando uma pessoa pára de usar esses produtos, mesmo depois de vários anos de consumo, o risco de contrair câncer bucal se reduz significativamente. O consumo excessivo de bebidas alcoólicas também aumenta o risco de câncer bucal. A combinação fumo/álcool torna esse risco ainda muito maior.
Como se trata o câncer bucal?
Depois do diagnóstico, uma equipe de especialistas (que inclui um cirurgião dentista) desenvolve um plano de tratamento especial para cada paciente. Quase sempre a cirurgia é indispensável, seguida de um tratamento de radio ou quimioterapia. É essencial entrar em contato com um profissional que esteja familiarizado com as mudanças produzidas na boca por essas terapias.
Que efeitos colaterais a radioterapia produz na boca?
Quando a radioterapia é usada na área de cabeça e pescoço, muitas pessoas experimentam irritação ou ressecamento da boca, dificuldade de deglutir e perda do paladar. A radiação também aumenta o risco de cáries e, por isso, é muito mais importante cuidar bem da boca e da garganta neste período.
Converse com seu dentista e seu médico oncologista sobre os problemas bucais que você possa ter durante ou depois do tratamento. Antes de começar a radioterapia, não se esqueça de discutir com seu dentista os possíveis efeitos colaterais e a forma de evitá-los.
Como manter a saúde bucal durante a terapia?
Use uma escova macia depois das refeições e fio dental diariamente. Evite condimentos e alimentos ásperos como vegetais crus, nozes e biscoitos secos. Evite o fumo e o álcool. Para não ficar com a boca seca, os doces e chicletes não devem conter açúcar.
Antes de começar a radioterapia, consulte seu dentista e faça uma revisão completa dos seus dentes e peça ao dentista para conversar com seu oncologista.

Referência: Matéria originada do site:http://www.colgateprofissional.com.br/pacientes/O-que-e-cancer-de-boca/artigo;
* “Guia completo para um melhor cuidado dos dentes”, Jeffrey F. Taintor, D.D.S., M.S. e Mary Jane Taintor, 1997.
** Instituto Nacional do Câncer, “O que você deve saber sobre o câncer de boca.” Última revisão, 28 de set. 1998.
(1) Compêndio da Educação Contínua em Odontologia [Compendium of Continuing Education in Dentistry] , Vol. 19, #1 outono, 2000.

sábado, 5 de abril de 2014

Pré operatório em cirurgia oral menor

Existem importantes cuidados no preparo pré-operatório do paciente cirúrgico destacando a prevenção do edema pós-operatório com o uso de corticóides; profilaxia antibiótica; analgesia pré-operatória e controle da ansiedade.

No pré operatório o objetivo é :
- Estabelecer o diagnostico
- Conhecer as condições medicas preexistentes.
- Descobrir doenças concomitantes
- Controlar emergências
- Controle do paciente

O cirurgião Faz uma avaliação geral do paciente.
Ocorre a apresentação com o intuito de conquistar a confiança do paciente e também entender sua queixa.
O cirurgião precisa ter conhecimento da historia medica do paciente para ter :
-Segurança para realização do tratamento.
-Estabelecer uma comunicação agradável entre o paciente e o clinico.
-Relacionar o problema médico ao tratamento odontológico.
- Exames físicos e laboratoriais.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

PRINCÍPIOS DE CIRURGIA

 
Antes de qualquer coisa deve-se fazer uma boa anti-sepsia acompanhada da colocação do campo cirúrgico. A anti-sepsia é feita com álcool iodado, povidine (PVPI), em sentido centrífugo (em círculo, do centro para a borda) em relação à área de interesse.
Feito isto aplica-se a anestesia.


Passos Fundamentais da Cirurgia:
(Passos Cirúrgicos)
- Diérese
- Hemostasia
- Exérese
- Síntese


INCISÃO: É o procedimento através do qual o bisturi comunica o meio externo com o interno.


DIVULSÃO: É a cuidadosa separação dos tecidos. Deve ser feita com instrumento rombo.


DIÉRESE:
É o conjunto de manobras realizadas para a abordagem do objetivo cirúrgico. Dividida em Incisão e Divulsão.


HEMOSTASIA:
Consiste nas manobras para interrupção do sangramento.
- Compressão
- Pinçamento
- Ligadura


EXÉRESE:
É a retirada do objetivo cirúrgico.


SÍNTESE: Consiste na tentativa de devolver a morfologia e a função da área operada. É representada pela sutura.


INSTRUMENTOS

-Pinça de Pean:
Tem a função de preender gazes para a realização de anti-sepsia.

-Pinça Backaus: Tem a função de fixar os campos cirúrgicos. Tem 13cm de comprimento.

-Carpule: na montagem a agulha é colocada pelo assistente, que não coloca a mão na carpule, apenas rosqueia a agulha. Quando não estiver usando a carpule deve-se proteger a agulha com um tubete.

-Bisturi: Instrumento composto de cabo e lâmina descartável com a função de realizar as incisões cirúrgicas.
A empunhadura é em forma de caneta modificada. O bisturi deve entrar no tecido a 90º, aprofunda-se o quanto se desejar e depois inclina-se o bisturi a 45º e realiza-se a incisão; então volte a inclinar o bisturi a 90º e o retire.

-Tesoura de Matzembaum:
- 14 cm de comprimento
- Ponta Romba
- Reta ou curva
- Tem a função de divulsionar os tecidos

-Pinça Dente de Rato:
- Tem a função de promover a fixação dos tecidos durante a divulsão e/ou sutura

-Pinça Halsted (Mosquito):
- Tem a função de promover a hemostasia através da compressão dos vasos
- Possui travas para mantê-la fechada

-Pinça Kelly Curva ou Reta: É usada para pinçamento (Hemostasia)

-Pinça Allis:
- É uma pinça de preensão traumática
- Somente pode ser utilizada para tecidos que serão removidos

-Porta Agulhas:
São destinados a preender a agulha para a realização da síntese dos tecidos. Podem ser de 2 tipos:
- Tipo Matieu
- Tipo Mago-Hegar
-Fios de Sutura:
ABSORVÍVEIS
INABSORVIVEIS

*Absorção mais rápida (mais ou menos 7 dias)
Quanto maior o número do fio mais fino ele será
De preferência comprar fios com a agulha já montada de fábrica (lesionam menos os tecidos)

-Tesoura Cirúrgica:
- 14 cm de comprimento
- Reta ou Curva
- Tem a função de cortar os fios cirúrgicos
-Afastador de Farabeuf: Tem a função de afastar os tecidos para melhor visão do campo operatório.
-Cuba para Soro com solução antisseptica e cuba com soro gelado
-Compressa de Gaze
-Seringa Luer de 10 a 15 ml com agulha hipodérmica de grosso calibre

domingo, 1 de dezembro de 2013

Lesões Fundamentais

Mancha , placa, erosão, Úlcera ou ulceração, vesícula e bolha, Pápulas e nódulos.


Mancha ou Mácula

  • São modificações das colorações normais da mucosa bucal sem que ocorra elevação ou depressão tecidual
  • Apresentam cores , tamanhos e formas bastante variadas, podendo sua origem ser devido à presença de melanina e outras causas.
Segundo Regezzi, 2000, as lesões fundamentais do tipo mancha podem se manifestar nas seguintes patologias:

Pigmentação dos tecidos bucais e peribucais (Manchas)

LESOES BENIGNAS ORIUNDAS DE MELANÓCITOS
Pigmentação Fisiológica
Melanose associada ao fumo
Mácula melanótica bucal
NEOPLASMAS
Nevos
Melanoma
Tumor neuroectodérmico da infância
PIGMENTAÇÕES CAUSADAS POR DEPÓSITOS EXÓGENOS
Tatuagem por amálgama (Argirose Focal)
Pigmentação por Metais pesados
Pigmentação pela Minociclina
Exemplos clínicos:
Nevus pigmentado

     

                                           Tatuagem por amálgama


Placa

  • São lesões elevadas em relação ao tecido, sua altura é pequena em relação à extensão, consistentes à palpação e a superfície pode ser rugosa, verrucosa, ondulada, lisa ou apresentar diversas combinações desses aspectos
Segundo Regezzi, 2000, as lesões fundamentais do tipo placa podem se manifestar nas seguintes patologias:

Lesões Brancas (placa)

CONDIÇÕES HEREDITÁRIAS
Leucoedema
Nevo Branco Esponjoso
Disceratose Intra-Epitelial Benigna Hereditária
Ceratose Folicular
LESÕES REACIONAIS
Hiperceratose (Friccional) Focal
Lesões Brancas Associadas ao Tabaco sem Fumaça
Estomatite Nicotínica
Queilite Solar
OUTRAS LESOES BRANCAS
Leucoplasia Idiopática
Leucoplasia Pilosa
Língua Pilosa
Língua Geográfica
Líquen Plano
Escara Associada ao Uso de Dentifrícios
LESÕES BRANCO-AMARELADAS NÃO-EPITELIAIS
Candidíase
Queimaduras Mucosas
Fibroses submucosas
Grânulos de Fordyce
Tecido Linfóide Ectópico
Cistos Gengivais
Parúlide
Lipoma
Exemplos clínicos:
Candidose pseudomembranosa

Leucoplasias

Estomatite nicotínica

Erosão

  • A erosão representa perda parcial do epitélio sem exposição do tecido conjuntivo subjacente
Língua Geográfica

Úlcera ou Ulceração

São lesões que ocorrem solução de continuidade do epitélio com exposição do tecido conjuntivo subjacente.
Segundo Regezzi, 2000, as lesões fundamentais do tipo úlcera podem se manifestar nas seguintes patologias:

Condições Ulcerativas
LESOES REACIONAIS
INFECÇOES BACTERIANAS
Sífilis
Gonorréia
Tuberculose
Lepra
Actinomicose
Noma
DOENÇAS FÚNGICAS, MICOSES
Micoses Profundas
Micoses Subcutâneas - Esporotricose
Micoses Oportunistas - Ficomicose
CONDIÇOES ASSOCIADAS À DISFUNÇAO IMUNOLÓGICA
Úlceras Aftosas
Síndrome de Behçet
Síndrome de Reiter
Eritema Multiforme
Lúpus Eritematoso
Reações a Medicamentos
Alergia por Contato
Granulomatose de Wegener
Granuloma Mediano
Doença Granulomatosa Crônica
Neutropenia Cíclica
NEOPLASMAS
Carcinoma de Células Escamosas
Carcinoma do Seio Maxilar

Exemplos clínicos:
1.Queilite angular
 2.Herpes simples
 
3.Carcinoma epidermóde


Vesícula e bolha

  • São elevações do epitélio contendo líquido no seu interior
  • A membrana de revestimento pode ser fina ou espessa, conforme a lesão esteja localizada sub ou intra epitelial.
  • São consideradas vesículas aquelas que não ultrapassem 3 mm no seu maior diâmetro, sendo o restante considerado bolha
  • Segundo Regezzi, 2000, as lesões fundamentais do tipo Vesiculobolhosas podem se manifestar nas seguintes patologias:
Doenças vesiculobolhosas

DOENÇAS VIRÓTICAS
Infecções pelo Virus do Herpes Simples
Infecções pelo Vírus da Varicela-Zoster
Doença das Mãos, Pés e Boca
Herpangina
Sarampo (Rubéola)
CONDIÇÕES ASSOCIADAS A DEFEITOS IMUNOLÓGICOS
Pênfigo Vulgar
Penfigoide Cicatricial
Penfigoide Bolhoso
Dermatite Herpetiforme
DOENÇAS HEREDITÁRIAS
Epidermólise Bolhosa
LESÕES REACIONAIS (NÃO-INFECCIOSAS)
Extravasamento de muco
Cisto de retenção de muco
Rânula
Mucocele do Seio Maxilar
Cisto e Pseudocisto de retenção do Seio Maxilar
Sialometaplasia Necrosante
Patologia das Glândulas Salivares Induzida por Radiação
Hiperplasia Adenomatóide
( BOLHA)
 
(Pústula)
 
                                                                 ( vesícula)
 
Exemplos clínicos:
1.Hemangioma cavernoso

2.Mucocele
3.Rânula

Pápulas

  • São pequenas lesões sólidas, circunscritas, elevadas, cujo diâmetro não ultrapassa 5 mm.
  • Podem ser únicas ou múltiplas;
  • Quando aglomeradas constituem um a placa papilomatosa
Hiperplasia papilar inflamatória

Nódulos

  • São lesões sólidas , circunscritas, de localização superficial ou profunda e formadas por tecido epitelial, conjuntivo ou misto.
  • Podem ser pediculados , quando seu maior diâmetro é superior ao da base de implantação, ou séssil, quando o da base é maior
Segundo Regezzi, 2000, as lesões fundamentais do tipo nódulo podem se manifestar nas seguintes doenças :

Tumefações Submucosas (por região) (Nódulos)

TUMEFAÇÕES GENGIVAI
Focais
    Granuloma Piogênico
    Granuloma Periférico de Células Gigantes
    Fibroma Periférico
    Parúlide
    Exostose
    Cisto Gengival
    Cisto de Erupção
    Epúlide Congênita do Recém-Nascido
Hiperplasia generalizada
    Gengivite Hiperplasia Inespecífica
    Hiperplasia Induzida pelo Dilatin
    Hiperplasia Induzida pelos Hormônios
    Hiperplasia induzida pela Leucemia
    Hiperplasia Fibrosa Idiopática (Influenciada Genéticamente?)
Exemplos clínicos:
1.Granuloma piogênico
 
2.Hiperplasia fibrosa inflamatória

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