Primeiro objetivo deste resumo foi abordar a etiologia ,
classificação e os tratamentos propostos para dentes multiradiculados com
lesão de furca grau I , II e III .
A placa bacteriana é considerado o fator primário para desenvolver
a gengivite e a doença periodontal.
Segundo Abdallah e colaboradores (1987), a retenção de placa,
cálculo, dentes impactados, restaurações inadequadas ou inflamação
gengival ,dificuldade de higienização e fatores iatrogênicos são ideais para
a colonização bacteriana e desenvolvimento de doença na região da furca.
Como o diagnóstico se torna dificultado e as variações de
tratamento , bem como o prognóstico são difíceis de serem previstos,
avaliaremos as possibilidades para cada grau de lesão de furca e
tentaremos chegar a uma conclusão coerente sobre como atuarmos em
cada caso para restabelecer a saúde, pois sabemos hoje dos riscos para
saúde geral do indivíduo a manutenção de dentes com sítios de doença
ativa na boca ,devido sua relação com doenças cardíacas ,
Infecciosas(Aids), endocrinologia (Diabetes e Menopausa) ,
oncologia(Tabagismo) e obstetrícia(Partos prematuros) , Cohen (1998).
Dentes com invasão de furca têm maior risco do que os sem envolvimento,
mas mesmo com invasão de furca, os dentes podem ser tratados com
sucesso e serem mantidos por muitos anos com a manutenção adequada.
Devemos ter um entendimento sobre a área radicular, perda de
inserção, envolvimento de furca e perda óssea horizontal, assim podemos
fazer o diagnóstico, plano de tratamento e prognóstico da doença
periodontal.
A doença periodontal é multifatorial , portanto a especificidade da relação
entre a exposição à um agente etiológico e o efeito (instalação da doença) é
contestado. A simples presença do agente patogênico não garante a
ocorrência patológica , concluíram Panos e cols,(1997).
Fatores predisponentes:
(1)Anatomia ou Morfologia Radicular e tamanho da furca
(2)pérola e projeções cervicais do esmalte(CEP). ,
(3) Canais acessórios
(4)Sulco bifurcado
(5)Furca/CEJ
(6)Trauma oclusal: o trauma oclusal pode
desenvolver lesão no ligamento periodontal, perda óssea e de cemento sem
inflamação na gengiva, aumentando a mobilidade do dente, porém as fibras
gengivais permanecem intactas e sem migração apical de epitélio juncional.
( 7)-Fatores Iatrogênicos:
Restaurações mau adaptadas , com sobre contorno ou falta de material
restaurador, contatos prematuros ou trepanação de furca.
Diagnostico das lesões de furca
-de origem combinada
-De origem endodôntica
-De origem oclusal
-De origem periodontal
De origem endodôntica : Doenças pulpares podem levar a invasão de furca.
A destruição óssea pode ocorrer no osso inter-radicular pela presença dos canais acessórios nas áreas de furca, sem a presença de doença periodontal.
de origem endodôntica , como detectar ? Teste de vitalidade pulpar negativo .
Sensibilidade a percussão
aumento da mobilidade dentaria
Ausência de bolsa na região de furca
Tratamento endodôntico = reversibilidade da lesão
De origem combinada
Doenças periodontais = doenças pulpares
Cahn , demonstrou histologicamente que áreas de inflamação crônica na polpa adjacente a canais acessório s em dentes com periodontites e sem caries , e que os túbulos dentinários expostos podem levar produtos tóxicos para a polpa.
Prognostico : depende da extensão do componente de perda periodontal no envolvimento
Tratamento : Endodontia prioritariamente, aguardando sua total resolução , para depois se realizar tratamento periodontal.
De origem Oclusal
Etiologia = força excessiva em dentes Bi ou trirradiculares
O trauma oclusal é caracterizado por mudanças vasculares que levam a remodelação do ligamento periodontal e de mineralização óssea .
O trauma oclusal , favorece a formação de abcessos periodontais
Agrava periodontites pré existentes
Em conjunto com a inflamação resulta em perda de inserção mais rápida.
O trauma oclusal pode causar em casos extremo , necrose isquêmica, podendo criar defeitos osseos verticais.
A pressão mais fraca leva a redução da nutrição diminuindo a resposta defensiva do local.
Sinais típicos do trauma oclusal: Radioluscência no espaço inter-radicular
Aumento da mobilidade dentaria
Ausência de bolsas.
Fatores que favorecem a instalação das lesões de furca
De origem periodontal : Etiologia
Fator determinante : Placa Bacteriana
Fatores predisponentes
-Iatrogênicos
- anatômicos
A placa bacteriana é responsável pela perda óssea na região de furca, com presença de bolsa.
De origem periodontal ( fatores predisponente)
- Sobrecontorno
- Margens mal adaptadas
- contatos prematuros
-trepanação em furca
-Ausência de superfície de contato
Em pacientes com DP agressiva e tronco curto o envolvimento de furca é precoce
Com tronco longo é mais tardio só que a quantidade de tecido periodontal é maior
tronco radicular= media de comprimento
Molar superior
3 mm na mesial
5 mm na distal
3,5 mm na vestibular
Molar inferio
3 mm na vestibular
4 mm na lingual
lesões de furca maior incidência
primeiro molar = furca distal
fatores predisponentes anatômicos : Projeções de esmalte: podem contribuir para o inicio das lesões de furca.
Anatomia dos molares superiores
tamanho e divergências radiculares
1º molar e 2º molar
Possuem três raízes
mesio vestibular é reta
Palatina e distovestibular são curvas
anatomia dos pre molares superiores
40 % possuem duas raízes
furca é mesio distal
distancia da furca a JAC é de+ ou- 8 mm
EXAME DA ÁREA DE FURCA
Molares inferiores
sondagem por vestibular e lingaula
sondagem dos componentes verticais e horizontais
radiografia periapical
Molares superiores
Sondagem por vestibular da furca vestibular
Sondagem por palatino da furca mesial
Sondagem por vestibular da furca distal
Sondagem dos componentes verticais e horizontais
Radiografia periapical
CLASSIFICAÇÃO DAS LESÕES DE FURCA:
classificação de HAMP 1975
tipo I Penetração da sonda ate 3 mm
Tipo II > 33mm, mas não ultrapassa a distancia vestíbulo-lingual
Tipo III Lesão em forma de túnel
Classificação de GLICKMAN
Lesão incipiente ou tipo pires
Lesões moderadas ou tipo copo
Lesão em túnel
CLASSIFICAÇÃO DE LINDHE
Grau I envolve ate 1/3 da distância V/L
Grau II + 1/3 mas não ultrapassa a distância V/L
Grau III comunicação vestíbulo -lingual
Grau IV exposição da lesão ao meio bucal
Classificação de TARNOW E FLETCHER 1984
Subclasse A : até 3 mm de profundidade
Subclasse B : de 4 mm a 6 mm de profundidade
Subclasse C: mais de 6 mm de profundidade
Fatores para prognóstico/planejamento
Avaliação do tronco radicular
Avaliação da raiz
Avaliação da inserção periodontal
avaliação espaço inter -radicular
Fatores para prognostico e planejamento
Avaliação da classificação da lesão
Avaliação da necessidade reabilitadora
Avaliação da motivação do paciente
Tronco radicular
Tronco curto = terapia ressectiva
Tronco médio longo / terapia regenerativa
Raizes dentarias
tamanho
forma
numero de raízes
numero de canais
presença de fusões radiculares
Inserção periodontal
comparação do tecido ósseo da área de furca com o da região inter- proximal
mesmo nível
mais apical
mais coronal
Espaço inter radicular
Deve ser suficiente para acomodar o tecido gengival em caso de hemissecção dentária
> 1 mm
terapia periodontal
Grau I = RAR/cirurgia per. / ressectiva
Grau II = cir. per. /ressectiva / regenerativa
Grau III = cirurgia per. / ressectiva/exodontia
Grau IV = Ressectiva /exodontia/ tunelização
Necessidade de reabilitação
Dente pilar de prótese
Ressectivo
Dente hígido = regenerativo/ressectivo
Terapia periodontal
Objetivos
Eliminar placa bacteriana
Restabelecer uma anatomia da superfície afetada que possibilite a HFO
restabelecer a hemostasia local
Paralisar a perda de suporte periodontal
Terapia periodontal conservadora RAR
Anatomia complexa dificulta a eliminação completa da placa , calculo, cemento contaminado e o alisamento da furca se torna mais severo
Instrumentos manuais
Instrumentos rotatórios
Instrumentos ultrassônicos
Os resultados são menos previsíveis a medida que aumenta a profundidade da bolsa e o envolvimento da furca se torna mais severo
odontoplastia + osteoplastia
consiste na remoção da estrutura dentaria e óssea, afim fe se deixar a entrada da área de furca sem retentividade e de devolver a arquiteturacôncova regular ao tecido ósseo
TUNELIZAÇÃO consiste em deixar a área de furca supra gengival
exposta a cavidade bucal, possibilitando a higienização
Terapia periodontal ressectiva
ressecção : é a remoção cirúrgica de toda ou de uma parte da raiz antes ou depois do tratamento endodôntico.
Hemissecção : é a separação cirúrgica da raiz , na área de furca com sua porção coronária de um dente multirradicular
TECNICA CIRURGIA PERIODONTAL
Anestesia
retalho total
Remoção de tecido de granulação
RAR
tratamento químico radicular
Odontoplastia / osteoplastia
Sutura
TERAPIA periodontal ressectiva
Tunelização : indicações
Grau II avançado
Grau III
Molares inferiores
Molares superiores, quase sempre associado ressecção radicular
Raizes divergentes
TUNELIZAÇÃO problemas
Dificuldade de HFO
Hiperplasia gengivais
Abcessos Gengivais
Perda óssea progressiva
Cárie radicular
Hipersensibilidade
Tunelização
anestesia
retalho dividido
RAR
osteotomia / osteoplastia
Odontoplastia entre as raízes
sutura
cimento cirúrgico entre as raízes
Ressecção
Indicações
Perdad óssea severa comprometendo apenas uma raiz
Impossibilidade de tratamento endodôntico em alguma raiz
Indicações
Raizes não divergentes
fratura radicular
perfurações radiculares
caries radiculares
Reabsorção radicular
Ressecção
Molar inferior
remover raiz mesial
Esplinte mesial
MOLAR superior
remover raiz distal
Esplinte dependente do NPI
Anestesia
retalho dividido
Odontossecção com pomtas diamantadas fina ( 3203)
Remoção da raiz seccionada
remoção de retenções dentais
Adequações das distancias biológicas
sutura apical
Indicações
Raizes divergentes
nível periodontal satisfatório
viabilidade do tratamento endodôntico
Possibilidade restauradora e de HFO
HEmissecção
NPI < 1/3 da raiz - Não esplintar
NPI = 1/3 da raízes - esplintar as raízes
“É mais fácil obter o que se deseja com um sorriso do que à ponta da espada”” citação de W. Shakespeare-
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
medicina Periodontal
Doença periodontal : Doença inflamatória dos tecidos de suporte, causada por microrganismos específicos ou grupos de microrganismos específicos, que pode resultar em uma destruição progressiva do ligamento periodontal e osso alveolar, com formação de bolsa, retração gengival, ou ambas.
( CARRANZA, NEwman et takei 2004)
O biofilme é o principal fator local responsável pelo desencadeamento do processo inflamatório gengival.
3 – mucosa alveolar
4 – gengiva interdental
B) Apenas a nº4 é não queratinizada
C) histo=0,69 e clinica 2mm
D) 2 é paraqueratinizada com grande produção de melanina
E) Nos post tem formato de triangular com base para lingual pq a vest é mario que a palatina. E nos post tem uma concavidade o “col” (contato proxiimal).
F) Ranhura gengival.
G) Presença de interdigitações (projeções do epitelio no conjuntivo)
( CARRANZA, NEwman et takei 2004)
O biofilme é o principal fator local responsável pelo desencadeamento do processo inflamatório gengival.
Doença periodontal:
Fatores locais : Biofilme , anatomia dental e restaurações.
Fatores ambientais Cigarro, estresse, dieta.
Fatores sistêmicos: HIV, hipertensão.
Papel do mecanismo de defesa:
Essencialmente Protetor
Evita a disseminação da infecção
Provoca destruição tecidual
Efeitos colaterais/imune
Papel dos microrganismos
Ação direta :
Enzima hidrolíticas
produtos metabólicos
Toxinas
Ação Indireta
Ativação do microrganismo de defesa
Inativação do mecanismo de defesa
Condições sistêmicas que influenciam o periodonto
Associadas a desordens hematológicas
Doenças sistêmicas
Diabetes mellitus
AIDS
Síndromes e alterações congênitas
Alterações hormonais
Deficiências nutricionais
Estresse
tabagismo
Protocolo de atendimento Paciente com Diabetes mellitus:
O cirurgião dentista deve Solicitar ao medico um parecer sobre o estado geral do paciente, contendo diagnóstico da (s) doença(s), relatório de resultados dos últimos exames laboratórias de controle da enfermidade (s) autorização por escrito, para o tratamento odontológico e possíveis contra indicações.
O cirurgião dentista deve ter:
Glicosímetro/ fitas reagentes ( leitura instantânea)
Esfigmomanômetro / estetoscópio ( aferir pressão)
Soluções contendo Glicose a 20 % ou balas
CUIDADOS ESPECIAIS E DIABETES
Consultas curtas pela manhã
Dieta normal antes do tratamento
tranquilizante ou sedação complementar
Se a consulta demorar interromper para uma leve refeição.
Reduzir o numero de possibilidades de infecção
Fazer profilaxia antibiótica em procedimentos invasivos
Orientação de higiene bucal
controle da placa
Raspagem e alisamento radicular
Reavaliações periódicas com reforço de orientação de higiene
Bochecho co clorexidine a 0,12 %, 2 X ao dia, por 10 dias.
Antibioticoterapia
A) 1 – gengiva Livre
2 – gengiva inserida3 – mucosa alveolar
4 – gengiva interdental
B) Apenas a nº4 é não queratinizada
C) histo=0,69 e clinica 2mm
D) 2 é paraqueratinizada com grande produção de melanina
E) Nos post tem formato de triangular com base para lingual pq a vest é mario que a palatina. E nos post tem uma concavidade o “col” (contato proxiimal).
F) Ranhura gengival.
G) Presença de interdigitações (projeções do epitelio no conjuntivo)
1.Obserando as medidas abaixo,que corresponden a uma média aproximada, responda identificando as estruturas periodontais correspondentes:
0,2mm – Espaço Periodontal
1,07mm – Inserção Conjuntiva
0,69mm – Sulco Gengival (Medida Fisiológica)
0,97mm – Epitélio Juncional
1,07mm – Inserção Conjuntiva
0,69mm – Sulco Gengival (Medida Fisiológica)
0,97mm – Epitélio Juncional
2.Qual a proteína predominantemente nas fibras do ligamento periodontal?
R – Colágeno Tipo 1
R – Colágeno Tipo 1
3.O que justifica a diferença de cor existente entre a gengiva inserida e a mucosa alveolar?
A presença de uma camada córnea paraqueratinizada(camada de queratina) que diminui a translucidez do epitélio da gengiva inserida, enquanto a mucosa alveolar além de ser altamente vascularizada é desprovida de queratina.
A presença de uma camada córnea paraqueratinizada(camada de queratina) que diminui a translucidez do epitélio da gengiva inserida, enquanto a mucosa alveolar além de ser altamente vascularizada é desprovida de queratina.
4.O que é possível ocorrer com o espaço periodontal de um elemento dental posterior que ocluo com o seu antagonista, mas recebeu uma restauração classe I oclusal com excesso(“alta”) , que ultrapassa a linha imaginária das curvas de Spee e de Wilson?
A sobrecarga gerada pela mastigação sobre essa restauração causará uma hiperfunção no ligamento periodontal, e um alargamento no espaço periodontal pode ser observado, como uma forma do organismo minimizar essa carga em excesso.
A sobrecarga gerada pela mastigação sobre essa restauração causará uma hiperfunção no ligamento periodontal, e um alargamento no espaço periodontal pode ser observado, como uma forma do organismo minimizar essa carga em excesso.
5.Em relação ao eixo axial dos elementos dentários, qual o sentido de direção tomada pelos vasos venosos dos tecidos periodontais?
Os vasos seguem uma direção vertical ,paralelo ao longo eixo do dente);
Os vasos seguem uma direção vertical ,paralelo ao longo eixo do dente);
6.Sabe-se que as primeiras bactérias a colonizarem o biofilme dental recebem o nome de colonizadoras iniciais ou pioneiras. Entre as espécies abaixo circule as que representam as pioneiras:
Streptococcus spp.
A.actnomycetencomitans
Candida albicans
T.denticola
P.ginginvalis
Actinomyces spp.
T.forsythia
Streptococcus spp.
A.actnomycetencomitans
Candida albicans
T.denticola
P.ginginvalis
Actinomyces spp.
T.forsythia
7.Pelicula adquirida fica adsorvida sobre a superfície de esmalte dentário ou qualquer outra superfície não descamativa existente na cavidade bucal. Frente ao exposto informe corretamente a diferença entre adsorção e absorção:
Adsorção seria a ligação/adesão da película adquirida sobre a superfície dentária por meio de forças eletrostáticas e hidrofóbicas.Enquanto absorção seria a capacidade da superfície dentária ou outra não descamativa , de ser permeável à invasão e entrada de microorganismos para o interior.
Adsorção seria a ligação/adesão da película adquirida sobre a superfície dentária por meio de forças eletrostáticas e hidrofóbicas.Enquanto absorção seria a capacidade da superfície dentária ou outra não descamativa , de ser permeável à invasão e entrada de microorganismos para o interior.
8.Duas teorias a respeito da placa bacteriana(atualmente biofilme dental) foram desenvolvidas no século xx buscando explicar a sua relação com patologias bucais, em especial as periodontopatias. Elas foram denominadas de teoria da placa inespecífica. Resuma nas linhas abaixo a teoria da placa inespecífica:
Foi desenvolvida por loeche , tendo como base o experimento de Löe (gengivite experimental) Ela afirma que o desenvolvimento das periodontopatias depende da quantidade de biofilme instalado sobre a superfície dental , ou seja, quanto mais biofilme o paciente tiver, maior será a capacidade e a velocidade do desenvolvimento da doença periodontal.
Foi desenvolvida por loeche , tendo como base o experimento de Löe (gengivite experimental) Ela afirma que o desenvolvimento das periodontopatias depende da quantidade de biofilme instalado sobre a superfície dental , ou seja, quanto mais biofilme o paciente tiver, maior será a capacidade e a velocidade do desenvolvimento da doença periodontal.
Fonte dos exercícios: retirado do blog Resumo do segunda
Conceito e Terminologia PPR
Conceito : É um aparelho protético que substitui os dentes naturais, perdidos em arcadas nas quais ainda permanecem alguns dentes naturais, portanto, com perda parcial de dentes. É chamada de removível por que pode ser retirada pelo portador no momento que este desejar.
Terminologia :
Ponte
Aparelho parcial removível
Prótese Parcial Removível
Componentes:
BIOLÓGICO : É a estrutura em intimo contato com a PPR
MECÂNICO: É a Prótese propriamente dita, engloba o seu planejamento (qualidade de elaboração) e sua correta distribuição de forças e adaptações.
Classificação didática
A PPR é conhecida como prótese que estraga os dentes. Alguns estudos indicam que cerca de 50 % das prótese não são usadas pelos pacientes por que eles não se acostumam com elas .
Isto resulta da falta de planejamento Biomecânico correto.
O planejamento não é obtido por formulas matemáticas , mas por planejamento biomecânico e muito bom senso .(Dr. Cláudio Kliemann)
É difícil prever o comportamento exato das reações biológicas frente ao tratamento realizado. Quando se aplica uma força sobre uma estrutura não-viva, o problema é saber se ela suportará, ao passo que se for aplicada a mesma força sobre uma estrutura viva, o problema é outro: como reagirá? (Dr. Todescan) A experiência clínica do dentista e laboratorial do protético são fatores de real importância, porque não é possível determinar leis rígidas e precisas para as ciências biológicas, tais como as usadas nas ciências exatas.
Definição:
Estrutura metálica fundida para suporte de dentes artificiais, destinada a restabelecer as seguintes principais funções orais:
• Mastigação
• Estética
• Fonética
• Prevenção da inclinação, migração ou extrusão dos dentes remanescentes
• Estabilização de dentes enfraquecidos
• Balanceio muscular no complexo oro-facial
Classificações A classificação dos desdentados ajuda-nos a estabelecer regras de planejamento e de desenho. Ela tem uma função didática e serve como meio de comunicação entre profissionais, facilitando a explicação de casos clínicos conhecidos.
Temos 64.534 combinações de desdentamento possíveis para cada arco (Cummer 1921), e 32.000 possibilidades de desenho (DeFranco, 1984). Existem muitas diferentes classificações, como por exemplo a classificação universal, a classificação funcional, a classificação mecânica, a classificação biomecânica, a classificação topográfica, porém somente algumas delas têm uma real aplicação no dia-a-dia do laboratório.
Classificação topográfica (Kennedy 1925) A mais utilizada, tem a vantagem da visualização imediata do caso, facilitando e sistematizando planejamento e desenho das futuras peças protéticas.
As classes se escrevem com letras ROMONAS
Princípios biomecânicos
Uma PPR em função deve respeitar os três princípios biomecânicos seguintes:
Retenção Suporte É a resistência às forças que atuam sobre uma prótese no sentido cérvicooclusal, durante a mastigação de alimentos pegajosos.
SUPORTE : É a resistência às forças que atuam sobre uma prótese no sentido oclusocervical, durante a mastigação de alimentos duros.
Estabilidade: É a resistência às forças que atuam sobre uma prótese no plano horizontal, decorrentes de contatos oclusais em planos inclinados.
Micromovimentos
Durante a mastigação, a inserção ou a remoção, as próteses parciais removíveis e as selas sofrem dois tipos de movimentos:
rotação e translação.
A rotação : É o movimento de um corpo em torno de um de seus eixos.
A translação: É o movimento de deslizamento de todas as partes de um corpo.
Estes dois movimentos podem ocorrer simultaneamente, em três planos. O planejamento adequado visa a impedir esses movimentos. Pl
Terminologia :
Ponte
Aparelho parcial removível
Prótese Parcial Removível
Componentes:
BIOLÓGICO : É a estrutura em intimo contato com a PPR
MECÂNICO: É a Prótese propriamente dita, engloba o seu planejamento (qualidade de elaboração) e sua correta distribuição de forças e adaptações.
Classificação didática
- Dento suportadas;
- Muco-dento-suportadas;
- Dento-muco-suportadas.
A PPR é conhecida como prótese que estraga os dentes. Alguns estudos indicam que cerca de 50 % das prótese não são usadas pelos pacientes por que eles não se acostumam com elas .
Isto resulta da falta de planejamento Biomecânico correto.
O planejamento não é obtido por formulas matemáticas , mas por planejamento biomecânico e muito bom senso .(Dr. Cláudio Kliemann)
É difícil prever o comportamento exato das reações biológicas frente ao tratamento realizado. Quando se aplica uma força sobre uma estrutura não-viva, o problema é saber se ela suportará, ao passo que se for aplicada a mesma força sobre uma estrutura viva, o problema é outro: como reagirá? (Dr. Todescan) A experiência clínica do dentista e laboratorial do protético são fatores de real importância, porque não é possível determinar leis rígidas e precisas para as ciências biológicas, tais como as usadas nas ciências exatas.
Definição:
Estrutura metálica fundida para suporte de dentes artificiais, destinada a restabelecer as seguintes principais funções orais:
• Mastigação
• Estética
• Fonética
• Prevenção da inclinação, migração ou extrusão dos dentes remanescentes
• Estabilização de dentes enfraquecidos
• Balanceio muscular no complexo oro-facial
Classificações A classificação dos desdentados ajuda-nos a estabelecer regras de planejamento e de desenho. Ela tem uma função didática e serve como meio de comunicação entre profissionais, facilitando a explicação de casos clínicos conhecidos.
Temos 64.534 combinações de desdentamento possíveis para cada arco (Cummer 1921), e 32.000 possibilidades de desenho (DeFranco, 1984). Existem muitas diferentes classificações, como por exemplo a classificação universal, a classificação funcional, a classificação mecânica, a classificação biomecânica, a classificação topográfica, porém somente algumas delas têm uma real aplicação no dia-a-dia do laboratório.
Classificação topográfica (Kennedy 1925) A mais utilizada, tem a vantagem da visualização imediata do caso, facilitando e sistematizando planejamento e desenho das futuras peças protéticas.
As classes se escrevem com letras ROMONAS
Princípios biomecânicos
Uma PPR em função deve respeitar os três princípios biomecânicos seguintes:
Retenção Suporte É a resistência às forças que atuam sobre uma prótese no sentido cérvicooclusal, durante a mastigação de alimentos pegajosos.
SUPORTE : É a resistência às forças que atuam sobre uma prótese no sentido oclusocervical, durante a mastigação de alimentos duros.
Estabilidade: É a resistência às forças que atuam sobre uma prótese no plano horizontal, decorrentes de contatos oclusais em planos inclinados.
Micromovimentos
Durante a mastigação, a inserção ou a remoção, as próteses parciais removíveis e as selas sofrem dois tipos de movimentos:
rotação e translação.
A rotação : É o movimento de um corpo em torno de um de seus eixos.
A translação: É o movimento de deslizamento de todas as partes de um corpo.
Estes dois movimentos podem ocorrer simultaneamente, em três planos. O planejamento adequado visa a impedir esses movimentos. Pl
sábado, 13 de dezembro de 2014
Protese II
Aqui estou, estudando pra ultima prova do 6º semestre, pois por falta de dedicação acabei por de ficar de exame em Prótese II :-[
E pra começar vou passar a noite estudando, Eu mereço :-[ ....
RESUMO
CONFECÇÃO DOS PROVISÓRIOS PELA TÉCNICA DA FACETA confecção da moldeira individual (CASQUETE)
Esta técnica é utilizada para dentes anteriores. Nela utilizaremos dentes de estoque, dentes previamente comprados no formato e cor indicados para cada paciente.
Inciaremos com desgaste da região PALATINA do dente escolhido.
Este desgaste visa a adaptação da face vestibular do dente de estoque no preparo realizado.
O proximo passo é ajustar o tamanho dessa faceta na vestibular do preparo, nunca desgastando a incisal do dente.
Isole com vaselina solida e sem excessos. adapte a faceta na vestibular do preparo e acrescente resina na palatina do preparo.
O acréscimo de resina, pode ser através da técnica de NELON , com um incremento na fase plastica, adaptando-a na palatina do dedo.
TECNICA de NELON: com um incremento na fase plastica, adaptando-a na palatina do dedo.
assim que a polimerização da resina estiver concluída, retire o provisórioe remova os excessos.
Depois disso, provavelmente, será necessário reembasar o provisório através da técnica de Nelon.
Faça os ajustes necessario e remova os excessos.
Confira a oclusão, para se checar se há contato prematuro nesse provisório. faça essa checagem com papel carbono.
AJUSTE COM BROCA esférica em baixa rotação.
Providencie que receba um bom acabamento e polimento.
___________________________________________________________________
RETENTORES INTRA-RADICULARES ( CONFECÇÃO PELA TÉCNICA DIRETA)
___________________________________________________________________
Exite uma variedade de desenhos e técnicas na construção de núcleos para restauração dos dentes tratados endodonticamente. Nos últimos vinte anos, foram introduzidos uma grande variedade de sistemas de núcleos ou pinos pré fabricados e a literatura está repleta de artigos descrevendo técnicas para a restauração dos dentes desvitalizados.
1)Por que a restauração de um dente tratado endodonticamente é complicada?
È que toda ou a maior parte da estrutura do dente, que normalmente seria ultilizada para a RETENÇÃO da restauração foi destruída, por cáries, restaurações anteriores, trauma e pelo próprio acesso para o tratamento.
2) O que é o principio da substituição ultilizado pelo profissional CD, e por quais motivos deve ser realizado antes que o dente possa ser restaurado?
é a substituição da parte coronária perdida, usando um núcleo na raiz do dente, ou pinos na estrutura remanescente.somente então, o dente pode ser restaurado.
Confecção direta de núcleos
A confecção direta de núcleos é feita sobre dentes preparado na boca do paciente, utilizando-se cera ou resina acrílica quimicamente ativada. algumas formas de pinos de plástico são usados para levar o material para dentro do canal. Atualmente o material mais utilizado a duralay.
Previamente deve-se realizar o preparo do conduto, removendo 2/3 do obturador material, utilizando brocas gates e largo.A regiao do dente isolada com rolo de algodao , ou pincel e o seu conduto seco com jatos de ar. Em seguida, com auxilio de um pincel e vaselina sólida, deve se isolar o conduto, sem deixar excessos de vaselina. Misture o mônomero ao polímero, aguardando para que a mistura chegue na fase plástica, quando deve ser levada para o interior do conduto pelo pino plastico.
Normalmente quando se utiliza a técnica de confecção de núcleos diretamente na boca, não se deixa a resina polimerizar completamente na boca. Sua polimerização final ocorre fora do conduto, e isto possibilita distorções incontroláveis. Por este motivo é necessário um reembasamento do padrão. Um outro inconveniente na técnica direta, diz respeito a visualização do plano de inserção e do paralelismo entre os suportes preparados
E pra começar vou passar a noite estudando, Eu mereço :-[ ....
RESUMO
CONFECÇÃO DOS PROVISÓRIOS PELA TÉCNICA DA FACETA confecção da moldeira individual (CASQUETE)
Esta técnica é utilizada para dentes anteriores. Nela utilizaremos dentes de estoque, dentes previamente comprados no formato e cor indicados para cada paciente.
Inciaremos com desgaste da região PALATINA do dente escolhido.
Este desgaste visa a adaptação da face vestibular do dente de estoque no preparo realizado.
O proximo passo é ajustar o tamanho dessa faceta na vestibular do preparo, nunca desgastando a incisal do dente.
Isole com vaselina solida e sem excessos. adapte a faceta na vestibular do preparo e acrescente resina na palatina do preparo.
O acréscimo de resina, pode ser através da técnica de NELON , com um incremento na fase plastica, adaptando-a na palatina do dedo.
TECNICA de NELON: com um incremento na fase plastica, adaptando-a na palatina do dedo.
assim que a polimerização da resina estiver concluída, retire o provisórioe remova os excessos.
Depois disso, provavelmente, será necessário reembasar o provisório através da técnica de Nelon.
Faça os ajustes necessario e remova os excessos.
Confira a oclusão, para se checar se há contato prematuro nesse provisório. faça essa checagem com papel carbono.
AJUSTE COM BROCA esférica em baixa rotação.
Providencie que receba um bom acabamento e polimento.
___________________________________________________________________
RETENTORES INTRA-RADICULARES ( CONFECÇÃO PELA TÉCNICA DIRETA)
___________________________________________________________________
Exite uma variedade de desenhos e técnicas na construção de núcleos para restauração dos dentes tratados endodonticamente. Nos últimos vinte anos, foram introduzidos uma grande variedade de sistemas de núcleos ou pinos pré fabricados e a literatura está repleta de artigos descrevendo técnicas para a restauração dos dentes desvitalizados.
1)Por que a restauração de um dente tratado endodonticamente é complicada?
È que toda ou a maior parte da estrutura do dente, que normalmente seria ultilizada para a RETENÇÃO da restauração foi destruída, por cáries, restaurações anteriores, trauma e pelo próprio acesso para o tratamento.
2) O que é o principio da substituição ultilizado pelo profissional CD, e por quais motivos deve ser realizado antes que o dente possa ser restaurado?
é a substituição da parte coronária perdida, usando um núcleo na raiz do dente, ou pinos na estrutura remanescente.somente então, o dente pode ser restaurado.
Confecção direta de núcleos
A confecção direta de núcleos é feita sobre dentes preparado na boca do paciente, utilizando-se cera ou resina acrílica quimicamente ativada. algumas formas de pinos de plástico são usados para levar o material para dentro do canal. Atualmente o material mais utilizado a duralay.
Previamente deve-se realizar o preparo do conduto, removendo 2/3 do obturador material, utilizando brocas gates e largo.A regiao do dente isolada com rolo de algodao , ou pincel e o seu conduto seco com jatos de ar. Em seguida, com auxilio de um pincel e vaselina sólida, deve se isolar o conduto, sem deixar excessos de vaselina. Misture o mônomero ao polímero, aguardando para que a mistura chegue na fase plástica, quando deve ser levada para o interior do conduto pelo pino plastico.
Normalmente quando se utiliza a técnica de confecção de núcleos diretamente na boca, não se deixa a resina polimerizar completamente na boca. Sua polimerização final ocorre fora do conduto, e isto possibilita distorções incontroláveis. Por este motivo é necessário um reembasamento do padrão. Um outro inconveniente na técnica direta, diz respeito a visualização do plano de inserção e do paralelismo entre os suportes preparados
PRINCÍPIOS MECÂNICOS:
Fatores que influenciam na retenção dos núcleos metálicos fundidos:
- Comprimento – deve ter cerca de 2/3 do remanescente dental; deve ter cerca de ½ do suporte ósseo da raiz (alguns dentes tem maior grau de reabsorção que outros: o mínimo é de ½ da distancia entre a crista óssea e o ápice radicular); o mínimo de material obturador que deve ficar no canal é de 3mm (se remover demais tem refazer o tratamento endodôntico); caso o comprimento do núcleo seja inadequado a coroa pode soltar, o dente pode fraturar, pois a concentração dos esforços será naquela região em que o pino ficou curto, então o núcleo não será retido pois não terá o suporte ósseo adequado; em dentes posteriores e multirradiculares a regra será aplicada na raiz mais volumosa e no outro canal é feito apenas uma pequena desobturação para reter o núcleo;
- Conicidade – quanto maior for a conicidade, menor será a retenção e maior será a concentração de esforços (quando aumenta a conicidade precisa destruir mais tecido dental para acomodar o núcleo, logo, maior é o risco de fratura);
- Diâmetro – o aumento do diâmetro não é uma maneira segura de aumentar a retenção, pois destrói e enfraquece a estrutura dental, alem disso, o aumento do diâmetro do pino não contribui para o fortalecimento do dente; a ideia é que o pino apresente um diâmetro corresponde a 1/3 do diâmetro total da raiz. Se o diâmetro é aumentado, a espessura de tecido será mais fina, de forma que as paredes ficam mais frágeis e mais suscetíveis a concentração de forças e fratura. Se o diâmetro é diminuído não vai ter retenção suficiente e o pino sai com maior facilidade, pois terá uma maior espessura de cemento.
Técnica indireta (moldagem) – indicações:
- Condutos radiculares divergentes;
- Múltiplas reconstruções coronárias em reabilitações extensas (a duralay necessita de maior tempo);
- Destruição coronária extensa.
Estou com sono, muito sono rsrsrsrs, e com sono e a mente cansada fica difícil aprender, mas vou me dedicar pois disso depende o meu futuro...
"As coisas não são difíceis de fazer, o difícil é nos dispormos a fazê-las." Constantin Brancusi
domingo, 12 de outubro de 2014
ANATOMIA DENTAL INTERNA
ANATOMIA DENTAL INTERNA E CIRURGIA DE ACESSO
DENTES ANTERIORESCirurgia de Acesso
Permite a visualização e acesso aos canais
Objetivos:
• Acesso de forma livre e direta
• Remoção de todo teto da câmara pulpar
• Visualizar sem danificar a entrada dos canais e assoalho pulpar
• Expulsividade da parede mesial dos posteriors
• Incisivo Central Superior
• Número de Raízes: única
• Número de Canais: único
• Ponto de Eleição: abaixo do síngulo
• Forma de Contorno: triangular com a base voltada para incisal
• Direção de Trepanação: 45o ao longo do eixo do dente
• Incisivo Lateral Superior
• Número de Raízes: única
• Número de Canais: único
• Ponto de Eleição: abaixo do síngulo
• Forma de Contorno: triangular com a base voltada para incisal
• Direção de Trepanação: 45o ao longo do eixo do dente
• Canino Superior
• Número de Raízes: única
• Número de Canais: único
• Ponto de Eleição: abaixo do síngulo
• Forma de Contorno: lancelada, chama de vela
• Direção de Trepanação: 45o ao longo do eixo do dente
• Incisivo Central Inferior
• Número de Raízes: única
• Número de Canais: pode ter 2 canais
• Ponto de Eleição: acima do síngulo
• Forma de Contorno: triangular com a base voltada para incisal
• Direção de Trepanação: 45o ao longo do eixo do dente
• Incisivo Lateral Inferior
• Número de Raízes: única
• Número de Canais: pode ter 2 canais
• Ponto de Eleição: acima do síngulo
• Forma de Contorno: triangular com a base voltada para incisal
• Direção de Trepanação: 45o ao longo do eixo do dente
• Canino Inferior
• Número de Raízes: única
• Número de Canais: pode ter 2 canais
• Ponto de Eleição: acima do síngulo
• Forma de Contorno: lancelada, chama de vela
• Direção de Trepanação: 45o ao longo do eixo do dente
Acidentes e Erros
• Perfurações • Injúrias ao Assoalho • Remanescente de Teto • Abertura Insuficiente • Abertura Excessiva
ANATOMIA DENTAL INTERNA E CIRURGIA DE ACESSO
PRÉ-MOLARES
• Primeiro Pré-Molar Superior
• Número de Raízes: duas raízes (60%)
• Número de Canais:
• Ponto de Eleição: centro do sulco principal
• Forma de Contorno: elíptica
• Direção de Trepanação: em direção ao longo do eixo do dente, com uma leve inclinação para raiz palatina quando houver mais de 1 raiz
• Segundo Pré-Molar Superior
• Número de Raízes: única
• Número de Canais: pode ter 1 ou 2 canais
• Ponto de Eleição: centro do sulco principal
• Forma de Contorno: elíptica
• Direção de Trepanação: ao longo do eixo do dente
• Primeiro Pré-Molar Inferior
• Número de Raízes: única
• Número de Canais: pode ter 1,2 ou 3 canais
• Ponto de Eleição: fóssula mesial
• Forma de Contorno: circular ou ovalada
• Direção de Trepanação: paralela ao longo do eixo do dente com inclinação para o centro da coroa
• Segundo Pré-Molar Inferior
• Número de Raízes: única
• Número de Canais: pode ter 1, 2 ou 3 canais
• Ponto de Eleição: centro do sulco principal
• Forma de Contorno: elíptica, ovalada
• Direção de Trepanação: paralelo ao longo do eixo do dente
ANATOMIA DENTAL INTERNA E CIRURGIA DE ACESSO
MOLARES
• Primeiro Molar Superior
• Número de Raízes: 3 raízes
• Número de Canais: pode ter 2 a 5 canais
• Ponto de Eleição: fossa central
• Forma de Contorno: triangular com a base voltada para vestibular
• Direção de Trepanação: paralelo ao longo do eixo do dente com pequena inclinação em direção a raiz palatina
• Segundo Molar Superior
• Número de Raízes: 3 raizes, podem estar fuzionadas
• Número de Canais: 3 canais, procurar sempre o 4
• Ponto de Eleição: fossa central
• Forma de Contorno: triangular com base voltada para vestibular
• Direção de Trepanação: paralelo ao longo do eixo do dente com pequena inclinação em direção a raiz palatina
• Terceiro Molar Superior
• KINDER OVO
• Primeiro Molar Inferior
• Número de Raízes: 2 raizes
• Número de Canais: pode ter 3 ou 4 canais
• Ponto de Eleição: centro do sulco principal
• Forma de Contorno: trapezoidal com a base voltada para mesial
• Direção de Trepanação: paralelo ao longo do eixo do dente com leve inclinação para raiz distal
• Segundo Molar Inferior
• Número de Raízes: 2 raizes, podem estar fuzionadas
• Número de Canais: pode ter 3 ou 4 canais
• Ponto de Eleição: centro do sulco principal
• Forma de Contorno: trapezoidal com base voltada para mesial
• Direção de Trepanação: paralelo ao longo do eixo do dente com leve inclinação para raiz distal
ODONTOMETRIAEstabelecer o comprimento do dente, limite de atuação da terapia endodôntica no interior do cone dentinário.
LIMITE DE ATUAÇÃO
Técnica Odontométrica
1. Radiografia de Diagnóstico
2. Medir o CAD na radiografia de diagnóstico
3. Calcular o CI ( CAD-5)
4. Transferir esta medida para a lima
5. Inserir a lima no canal (exploração inicial)
6. Radiografia, técnica da Bissetriz excêntrica
7. Medir na radiografia o X (distancia da ponta da lima até o ápice)
8. Calcular o CD (CI + X)
9. Calcular o CT ( CD-2mm polpa viva, CD-1mm polpa morta)
10. Transferir a medida para a lima
11. Inserir a lima no canal
12. Radiografia de confirmação13. Análise da radiografia ( Resumo retirado do blog : visitem e estudem , é realmente um blog excelente : http://muitobomessecafe.blogspot.com.br/2012/12/resumo-endo-i-endodontia-1.html
DENTES ANTERIORESCirurgia de Acesso
Permite a visualização e acesso aos canais
Objetivos:
• Acesso de forma livre e direta
• Remoção de todo teto da câmara pulpar
• Visualizar sem danificar a entrada dos canais e assoalho pulpar
• Expulsividade da parede mesial dos posteriors
• Incisivo Central Superior
• Número de Raízes: única
• Número de Canais: único
• Ponto de Eleição: abaixo do síngulo
• Forma de Contorno: triangular com a base voltada para incisal
• Direção de Trepanação: 45o ao longo do eixo do dente
• Incisivo Lateral Superior
• Número de Raízes: única
• Número de Canais: único
• Ponto de Eleição: abaixo do síngulo
• Forma de Contorno: triangular com a base voltada para incisal
• Direção de Trepanação: 45o ao longo do eixo do dente
• Canino Superior
• Número de Raízes: única
• Número de Canais: único
• Ponto de Eleição: abaixo do síngulo
• Forma de Contorno: lancelada, chama de vela
• Direção de Trepanação: 45o ao longo do eixo do dente
• Incisivo Central Inferior
• Número de Raízes: única
• Número de Canais: pode ter 2 canais
• Ponto de Eleição: acima do síngulo
• Forma de Contorno: triangular com a base voltada para incisal
• Direção de Trepanação: 45o ao longo do eixo do dente
• Incisivo Lateral Inferior
• Número de Raízes: única
• Número de Canais: pode ter 2 canais
• Ponto de Eleição: acima do síngulo
• Forma de Contorno: triangular com a base voltada para incisal
• Direção de Trepanação: 45o ao longo do eixo do dente
• Canino Inferior
• Número de Raízes: única
• Número de Canais: pode ter 2 canais
• Ponto de Eleição: acima do síngulo
• Forma de Contorno: lancelada, chama de vela
• Direção de Trepanação: 45o ao longo do eixo do dente
Acidentes e Erros
• Perfurações • Injúrias ao Assoalho • Remanescente de Teto • Abertura Insuficiente • Abertura Excessiva
ANATOMIA DENTAL INTERNA E CIRURGIA DE ACESSO
PRÉ-MOLARES
• Primeiro Pré-Molar Superior
• Número de Raízes: duas raízes (60%)
• Número de Canais:
• Ponto de Eleição: centro do sulco principal
• Forma de Contorno: elíptica
• Direção de Trepanação: em direção ao longo do eixo do dente, com uma leve inclinação para raiz palatina quando houver mais de 1 raiz
• Segundo Pré-Molar Superior
• Número de Raízes: única
• Número de Canais: pode ter 1 ou 2 canais
• Ponto de Eleição: centro do sulco principal
• Forma de Contorno: elíptica
• Direção de Trepanação: ao longo do eixo do dente
• Primeiro Pré-Molar Inferior
• Número de Raízes: única
• Número de Canais: pode ter 1,2 ou 3 canais
• Ponto de Eleição: fóssula mesial
• Forma de Contorno: circular ou ovalada
• Direção de Trepanação: paralela ao longo do eixo do dente com inclinação para o centro da coroa
• Segundo Pré-Molar Inferior
• Número de Raízes: única
• Número de Canais: pode ter 1, 2 ou 3 canais
• Ponto de Eleição: centro do sulco principal
• Forma de Contorno: elíptica, ovalada
• Direção de Trepanação: paralelo ao longo do eixo do dente
ANATOMIA DENTAL INTERNA E CIRURGIA DE ACESSO
MOLARES
• Primeiro Molar Superior
• Número de Raízes: 3 raízes
• Número de Canais: pode ter 2 a 5 canais
• Ponto de Eleição: fossa central
• Forma de Contorno: triangular com a base voltada para vestibular
• Direção de Trepanação: paralelo ao longo do eixo do dente com pequena inclinação em direção a raiz palatina
• Segundo Molar Superior
• Número de Raízes: 3 raizes, podem estar fuzionadas
• Número de Canais: 3 canais, procurar sempre o 4
• Ponto de Eleição: fossa central
• Forma de Contorno: triangular com base voltada para vestibular
• Direção de Trepanação: paralelo ao longo do eixo do dente com pequena inclinação em direção a raiz palatina
• Terceiro Molar Superior
• KINDER OVO
• Primeiro Molar Inferior
• Número de Raízes: 2 raizes
• Número de Canais: pode ter 3 ou 4 canais
• Ponto de Eleição: centro do sulco principal
• Forma de Contorno: trapezoidal com a base voltada para mesial
• Direção de Trepanação: paralelo ao longo do eixo do dente com leve inclinação para raiz distal
• Segundo Molar Inferior
• Número de Raízes: 2 raizes, podem estar fuzionadas
• Número de Canais: pode ter 3 ou 4 canais
• Ponto de Eleição: centro do sulco principal
• Forma de Contorno: trapezoidal com base voltada para mesial
• Direção de Trepanação: paralelo ao longo do eixo do dente com leve inclinação para raiz distal
ODONTOMETRIAEstabelecer o comprimento do dente, limite de atuação da terapia endodôntica no interior do cone dentinário.
LIMITE DE ATUAÇÃO
Técnica Odontométrica
1. Radiografia de Diagnóstico
2. Medir o CAD na radiografia de diagnóstico
3. Calcular o CI ( CAD-5)
4. Transferir esta medida para a lima
5. Inserir a lima no canal (exploração inicial)
6. Radiografia, técnica da Bissetriz excêntrica
7. Medir na radiografia o X (distancia da ponta da lima até o ápice)
8. Calcular o CD (CI + X)
9. Calcular o CT ( CD-2mm polpa viva, CD-1mm polpa morta)
10. Transferir a medida para a lima
11. Inserir a lima no canal
12. Radiografia de confirmação13. Análise da radiografia ( Resumo retirado do blog : visitem e estudem , é realmente um blog excelente : http://muitobomessecafe.blogspot.com.br/2012/12/resumo-endo-i-endodontia-1.html
Muito bom esse café !: Resumo ENDO I (Endodontia 1)
Muito bom esse café !: Resumo ENDO I (Endodontia 1): INSTRUMENTAL LIMAS ENDODÔNTICAS Através da sua manipulação no interior do canal radicular, realizam a remoção controlada da polpa e dent...
Assinar:
Postagens (Atom)













